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Crimes eleitorais marcam 1º turno em MT com ações da PF

Operações federais em oito municípios investigaram compra de votos, propaganda irregular e tumultos neste domingo.

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Compra de votos, propaganda irregular e tumulto são alvo de ações da PF em MT

A Polícia Federal mobilizou equipes em oito municípios de Mato Grosso neste domingo (4) para fiscalizar e combater crimes eleitorais durante o primeiro turno das Eleições 2026. As intervenções abrangeram investigações sobre compra de votos, propaganda irregular, tumultos em zonas de votação e o cumprimento de ordens judiciais.

Cidades afetadas pelas ocorrências

As diligências da corporação se concentraram em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Confresa, Cáceres, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Juína.

Em Pontal do Araguaia, as autoridades apreenderam aparelhos celulares e santinhos durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão focado em uma suspeita de compra de votos. A corporação também atendeu a registros de propaganda irregular em Cuiabá e Cáceres, além de casos de divulgação de material de campanha por meio de aplicativos de mensagens em Confresa.

Ocorrências em Rondonópolis e Barra do Garças

O município de Rondonópolis registrou o atendimento a operações especiais e um princípio de tumulto em um colégio eleitoral. Simultaneamente, as cidades de Barra do Garças e Pontal do Araguaia concentraram as apurações voltadas especificamente para denúncias de comércio ilegal de sufrágio.

Reforço em áreas indígenas

O esquema de segurança do pleito contou com reforço em 11 aldeias indígenas localizadas no estado. De acordo com a corporação, seis dessas comunidades possuem acesso restrito por via aérea.

Para garantir a estabilidade do processo democrático, bases operacionais temporárias foram instaladas em Confresa e Juína. Em Confresa, a estrutura permaneceu ativa por dez dias, realizando rondas ostensivas, integração com outras forças de segurança e o cumprimento de mandados vinculados a apurações de compra de votos.

Balanço da fiscalização

Apesar das intervenções realizadas, a instituição relatou a identificação de episódios atípicos que, após a checagem inicial, não apresentaram indícios robustos o bastante para a formalização de crimes. O esforço integra as diretrizes permanentes de monitoramento e repressão a delitos eleitorais conduzidas pelas autoridades federais ao longo da votação.

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