O mercado nacional de carros eletrificados receberá uma novidade importante em fevereiro de 2027. A fabricante chinesa optou por alterar a nomenclatura do seu novo hatch híbrido plug-in (PHEV) antes de sua estreia oficial em território brasileiro, distanciando-se do batismo utilizado no continente europeu.
Produção nacional e estratégia de mercado
O automóvel será montado no complexo industrial da montadora em Camaçari, na Bahia. A chegada do veículo faz parte do plano da empresa para ocupar o espaço existente entre o Dolphin Mini e a versão convencional do Dolphin, ampliando a oferta de modelos eletrificados no país.
Desenvolvido com foco internacional, o hatch tem a missão de atrair motoristas que desejam migrar para a eletrificação contando com o suporte de um propulsor a combustão, mantendo um posicionamento competitivo de preço.
Desempenho e autonomia elétrica
O conjunto mecânico do veículo será o mesmo utilizado nos utilitários esportivos Atto 2 e Song Pro. A configuração une um motor 1.5 aspirado a um propulsor elétrico e transmissão e-CVT.
O sistema gera potências entre 177 cv e 197 cv, além de torque máximo de 30,6 kgfm. O conjunto de baterias alcança até 18 kWh, garantindo uma autonomia elétrica estimada em até 75 quilômetros conforme os parâmetros do Inmetro.
Dimensões e tecnologia a bordo
Com 4,16 metros de comprimento e um porta-malas com capacidade para 425 litros, o design externo aposta em faróis afilados de LED, teto panorâmico e lanternas traseiras unidas. No interior, o motorista conta com painel digital de 8,8 polegadas, central multimídia rotativa que pode chegar a 12,8 polegadas, carregador de celular por indução e tecnologias avançadas de assistência à condução (ADAS).
No mercado europeu, o veículo é comercializado em diferentes opções de acabamento, indo desde versões de entrada equipadas com sensores de estacionamento e faróis de LED até configurações mais completas com teto solar panorâmico e sistema de câmeras em 360 graus.








