O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), anunciou nesta quinta-feira (5) que o ex-secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, deverá assumir uma função estratégica na coordenação econômica e administrativa do governo durante o próximo mandato.
A proposta é que Gallo acompanhe as decisões das secretarias estaduais e avalie a viabilidade financeira das medidas apresentadas pelos integrantes da administração pública. Na prática, os secretários deverão discutir com ele projetos e propostas que envolvam recursos do Estado.
Durante entrevista coletiva, Pivetta afirmou que pretende criar uma estrutura reduzida para a função, composta pelo próprio Gallo, um procurador e um assessor.
“Ele vai ter essa missão de fazer o gerenciamento do Estado”, declarou o governador.
Pivetta destacou a experiência do ex-secretário na administração das finanças públicas e demonstrou confiança em sua capacidade de acompanhar as decisões econômicas do Executivo.
Apesar do anúncio, o formato definitivo da função e suas atribuições ainda estão em discussão.
Gallo participa da elaboração de reforma administrativa
Rogério Gallo também está envolvido na preparação da reforma administrativa que o governo pretende encaminhar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
O ex-secretário é responsável por um levantamento técnico que deverá orientar as mudanças na estrutura estadual, incluindo a revisão de despesas e a reorganização de setores da administração pública.
FIQUE ATUALIZADO COM NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: CANAL DO WHATSAPP | PLANTÃO NORTÃO MT | INSTAGRAM DO NORTÃO MT
A proposta busca identificar oportunidades de redução de gastos e melhorar a distribuição de recursos entre os órgãos estaduais.
Governo pretende unir secretarias e reduzir despesas
Durante a mesma entrevista, Pivetta afirmou que pretende promover a fusão de secretarias como parte das medidas para diminuir os custos da máquina pública.
O governador descartou o fechamento de pastas, mas confirmou que algumas estruturas deverão ser unificadas para reduzir despesas administrativas.
A estratégia também prevê ampliar a transferência de recursos aos municípios, permitindo que as prefeituras assumam maior participação na execução de políticas públicas.
Segundo Pivetta, o objetivo é concentrar no governo estadual as funções de financiamento, planejamento e acompanhamento das ações, enquanto os municípios ficam responsáveis pela execução de serviços mais próximos da população.
As mudanças ainda dependem da conclusão dos estudos técnicos e da apresentação da proposta à Assembleia Legislativa. Até o momento, o governo não informou quais secretarias poderão ser unificadas nem o valor estimado da economia com a reforma.
A definição oficial do cargo que será ocupado por Rogério Gallo também deverá ocorrer após a conclusão das discussões sobre a nova organização administrativa do Estado.
Da Redação Nortão MT – Micheli Cristina









