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Eleições 2026: PL lidera e oito partidos governarão o Brasil

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Eleições 2026: PL lidera e oito partidos governarão o Brasil

O resultado das eleições de 2026 definiu a distribuição do comando dos estados brasileiros e do Distrito Federal entre oito partidos. Com a conclusão do segundo turno, realizado no domingo (25), o PL aparece na liderança, com seis governos estaduais, seguido pelo PSD, que conquistou cinco unidades da Federação.

A nova composição partidária terá impacto na administração pública a partir de 2027. Ao todo, os eleitores escolheram representantes de 27 unidades federativas, considerando os resultados do primeiro e do segundo turnos. As informações são da Agência Brasil.

PL lidera os governos estaduais

O Partido Liberal manteve a primeira posição no levantamento, embora não tenha conquistado novos governos no segundo turno. A legenda garantiu seis estados ainda na primeira etapa da votação: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

Os governadores eleitos pelo partido são Sergio Moro, Douglas Ruas, Luciano Zucco, Marcos Rogério, Arthur Henrique e Jorginho Mello, respectivamente. Com esse resultado, o PL terá a maior presença partidária entre os governos estaduais a partir do próximo ano.

PSD, PP e PT ampliam presença

O PSD terminou a disputa com cinco governos. A vitória de Omar Aziz no Amazonas se somou aos resultados obtidos no Amapá, Maranhão, Pernambuco e Sergipe, onde foram eleitos Dr. Furlan, Eduardo Braide, Raquel Lyra e Fábio Mitidieri.

O Progressistas (PP) conquistou quatro governos: Acre, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Paraíba. Mailza Assis e Celina Leão venceram no segundo turno, enquanto Eduardo Riedel e Lucas Ribeiro já haviam garantido seus resultados na primeira votação.

O Partido dos Trabalhadores (PT) também ficará à frente de quatro estados, todos no Nordeste. Jerônimo Rodrigues, na Bahia, Elmano de Freitas, no Ceará, e Rafael Fonteles, no Piauí, foram reeleitos. No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula foi escolhido para suceder Fátima Bezerra, que encerra seu segundo mandato.

Republicanos, PSDB, MDB e Podemos

O Republicanos conquistou quatro governos estaduais. A legenda terá Lorenzo Pazolini no Espírito Santo, eleito no segundo turno, além de Cleitinho Azevedo em Minas Gerais, Otaviano Pivetta em Mato Grosso e Tarcísio de Freitas em São Paulo, vencedores no primeiro turno.

O PSDB comandará dois estados: Alagoas, com João Henrique Caldas, conhecido como JHC, e Tocantins, com Vicentinho Júnior. O primeiro foi eleito no turno inicial, enquanto o segundo venceu a disputa de domingo.

O MDB terá Daniel Vilela à frente de Goiás. Ele era vice-governador de Ronaldo Caiado e assumiu o Executivo estadual após a renúncia de Caiado para disputar a Presidência da República. Já o Podemos governará o Pará, onde Dr. Daniel foi eleito no primeiro turno. A legenda, anteriormente chamada PTN, adotou o nome atual em 2017.

Distribuição dos governos por partido

A divisão dos resultados mostra a concentração do comando estadual em oito siglas. O PL lidera com seis governos, seguido pelo PSD, com cinco. PP, PT e Republicanos terão quatro governos cada, enquanto PSDB ficará com dois. MDB e Podemos terão um governo cada.

Os números consolidados são os seguintes:

Partido 1º turno 2º turno Total
PL 6 0 6
PSD 4 1 5
PP 2 2 4
PT 3 1 4
Republicanos 3 1 4
PSDB 1 1 2
MDB 1 0 1
Podemos 1 0 1
Total 21 6 27

Impacto na administração pública

Os governadores são responsáveis pela administração dos estados e pela execução de políticas públicas em áreas como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico. As decisões dos governos estaduais afetam diretamente serviços como hospitais, escolas, policiamento, sistema prisional, transporte e programas sociais.

Os chefes dos Executivos estaduais também negociam com o governo federal e as prefeituras para viabilizar obras e programas financiados com recursos públicos. Por isso, a distribuição partidária dos governos influencia a composição política e as articulações administrativas que marcarão o próximo período de gestão.

Com informações da Agência Brasil.

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