A produção jornalística voltada para medicina, pesquisa e bem-estar ganhou evidência com a divulgação dos finalistas do Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar de 2026. Na votação que elege os principais veículos do setor, a Agência Brasil conquistou um lugar no grupo das três agências de notícias mais prestigiadas do Brasil, dividindo o pódio com a Agência Fiocruz e a Agência Fapesp.
Profissionais em evidência no cenário nacional e regional
Além da classificação institucional, quatro comunicadoras da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) figuram entre as mais votadas do país. As repórteres Paula Laboissière e Tâmara Freire, da Agência Brasil, e Patrícia Serrão, da Radioagência, foram integradas à lista dos 25 profissionais mais admirados da edição.
O reconhecimento também se estendeu ao recorte geográfico. Paula Laboissière, que obteve dupla indicação na premiação, e a repórter Raíssa Saraiva, da Radioagência, estão classificadas entre as três jornalistas mais admiradas da região Centro-Oeste.
Juntas na apresentação do podcast VideBula, Raíssa e Patrícia abordam rotinas, entrevistas com especialistas e orientações voltadas a pessoas com condições crônicas e deficiências. Para Patrícia Serrão, a conquista traz visibilidade a pautas essenciais:
“A representatividade importa muito, e ver a mim e a Raíssa, duas jornalistas com doenças raras, chegarmos a esse reconhecimento pelo trabalho que fazemos no VideBula é muito significativo. É uma conquista que vai além de nós duas e fortalece toda a comunidade rara, mostrando a importância de termos pessoas com doenças raras ocupando esses espaços”, diz Patrícia Serrão.
Raíssa Saraiva ressalta o desafio de aproximar temas complexos do cotidiano das pessoas:
“É um assunto que passa pela vida de todos, mas que nem sempre a gente consegue entender a linguagem técnica. Além de jornalista, sou uma uma mulher que convive com doença rara. Então esse prêmio é mais uma forma de nós mostramos que estamos aqui, ocupando espaços e levando informação de qualidade para quem precisa”.
Importância para o jornalismo público e combate à desinformação
Dedicadas prioritariamente às pautas de saúde pública e produção científica, as repórteres da Agência Brasil apontam a valorização profissional trazida pelo prêmio.
“Esse prêmio é muito importante porque ele é construído com a contribuição de nossos pares, e com a chancela de uma instituição de grande prestígio, que é o Hospital Albert Einsten. A presença de tantos repórteres da EBC mostra que somos vistos com respeito e admiração por colegas jornalistas e assessores, o que é um grande indicativo da qualidade do nosso trabalho”, diz Tâmara Freire.
Paula Laboissière acrescenta que o resultado fortalece a missão diária da atividade informativa:
“Reforça o nosso propósito dentro da comunicação pública. Fortalece o nosso trabalho e nos dá um novo fôlego no compromisso com uma cobertura jornalística que combate fake news e que leva informação confiável e de qualidade para os nossos leitores”.
Maioria feminina e detalhes do evento
Promovido pelo Einstein Hospital Israelita em conjunto com o Jornalistas&Cia e o Portal dos Jornalistas, o evento premia profissionais distribuídos nas categorias Geral (TOP 25), Regionais (cinco regiões), Colunista e Jornalista Especializado em Ciência. A edição de 2026 registrou expressiva liderança das mulheres, que alcançaram 83% do total de indicados, ocupando 30 das 36 vagas de destaque.
A revelação dos primeiros colocados de cada uma das 14 categorias e dos TOP 5 Jornalistas do Ano ocorrerá no dia 17 de novembro, em evento presencial na capital paulista.
Sobre a expressiva presença da empresa pública no índice, a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, destacou:
“Ver nossos profissionais entre os mais admirados do país é motivo de grande orgulho e reafirma a relevância da comunicação pública na disseminação de informações confiáveis que impactam diretamente a vida das pessoas.”








