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Festa rave clandestina é fechada pela PM em Nova Mutum

Operação policial em chácara resultou em prisão por tráfico, resgate de menor e condução de organizadores à delegacia.

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Nova Mutum: polícia encerra festa rave clandestina e prende sinopense suspeita de tráfico

Uma festa rave clandestina realizada em uma chácara situada às margens da rodovia MT-249, no quilômetro 7, foi encerrada pela Polícia Militar. Na ação, uma mulher acabou presa sob suspeita de envolvimento com o tráfico de entorpecentes.

Operação e denúncias anônimas

A intervenção policial ocorreu após o recebimento de várias denúncias relatando que o evento ilegal acontecia desde a noite do último sábado. Os informantes também alertavam sobre a possível presença de menores de idade ingerindo bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas no local.

Ao chegarem ao endereço, as equipes de segurança constataram som em volume elevado, frequentadores apresentando sinais evidentes de embriaguez e a presença de um adolescente, o que motivou o acionamento imediato do Conselho Tutelar.

Apreensão de drogas e suspeita presa

Durante as abordagens e revistas pessoais, os militares encontraram com a principal suspeita uma pequena quantidade de droga sintética conhecida como “bala”, além de uma pedra análoga à pasta base de cocaína e outro material suspeito. Dentro de uma mochila que continha os documentos dela, os policiais acharam porções adicionais de substância semelhante à pasta base.

A investigada teria confessado que transportou os entorpecentes desde o município de Sinop com o objetivo de comercializá-los no evento, estabelecendo o valor de R$ 70 por comprimido e R$ 100 por embalagem. A mulher ainda teria declarado integrar uma facção criminosa.

Público de várias cidades e falta de alvará

A fiscalização identificou pessoas vindas de Lucas do Rio Verde, Campo Novo do Parecis, Sorriso, Diamantino, Sinop e Cuiabá. Embora alguns dos presentes possuíssem passagens policiais anteriores por tráfico, nenhum mandado de prisão em aberto foi localizado durante a checagem.

Outras três mulheres foram conduzidas ao batalhão militar devido à posse de entorpecentes para consumo próprio. Já o dono do imóvel e os responsáveis pela produção do evento foram encaminhados diretamente à delegacia.

Um dos organizadores admitiu aos policiais que a celebração não possuía nenhum tipo de alvará emitido pela prefeitura ou pelo Corpo de Bombeiros, tampouco havia comunicado prévia às autoridades de segurança pública. Todo o material apreendido e os envolvidos foram entregues à Polícia Civil para a continuidade das investigações.

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